quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Drogas-Conceitos




Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas,de animais e de alguns minerais. Exemplo a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da maconha). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas comumente suscita a ideia de uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento. As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais. O termo droga envolve os analgésicos, estimulantes, alucinógenos, tranquilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis. As psicotrópicas, são as drogas que tem tropismo e afetam o Sistema Nervoso Central, modificando as atividades psíquicas e o comportamento. Essas drogas podem ser absorvidas de várias formas: por injeção, por inalação, via oral, injeção intravenosa ou aplicadas via retal (supositório).

Intoxicação Aguda
 
É uma condição transitória seguindo-se a administração de álcool ou outra substância psicoativa, resultando em perturbações no nível de consciência, cognição, percepção, afeto ou comportamento, ou outras funções ou respostas psicofisiológicas.

Uso Nocivo
 
É um padrão de uso de substância psicoativa que está causando dano à saúde. O dano pode ser físico (como no caso de hepatite decorrente da administração de drogas injetáveis) ou mental (ex. episódio depressivo secundário a um grande consumo de álcool).

Toxicomania
 
A toxicomania é um estado de intoxicação periódica ou crônica, nociva ao indivíduo e à sociedade, determinada pelo consumo repetido de uma droga, (natural ou sintética). Suas características são:
1 - irresistível desejo causado pela falta que obriga a continuar a usar droga.
2 - tendência a aumentar a dose.
3 - dependência de ordem psíquica (psicológica), às vezes física acerca dos efeitos das drogas.

Síndrome de Dependência
 
É um conjunto de fenômenos fisiológicos, comportamentais e cognitivos, no qual o uso de uma substância ou uma classe de substâncias alcança uma prioridade muito maior para um determinado indivíduo, do que outros comportamentos que antes tinham mais valor.
Uma característica central da síndrome da dependência é o desejo (frequentemente forte e algumas vezes irresistível) de consumir drogas psicoativas as quais podem ou não terem sido prescritas por médicos.

Codependência
 
Codependência é uma doença emocional que foi "diagnosticada" nos Estados Unidos por volta das décadas de 70 e 80, em uma clínica para dependentes químicos, através do atendimento a seus familiares. Porém, com os avanços dos estudos das causas e dos sintomas, que são vários, chegou-se à conclusão de que esta doença atinge não apenas os familiares dos dependentes químicos, mas um grande número de pessoas, cujos comportamentos e reações perante a vida são um meio de sobrevivência.
Os codependentes são aqueles que vivem em função do(s) outro(os), fazendo destes a razão de sua felicidade e bem estar. São pessoas que têm baixa auto-estima e intenso sentimento de culpa. Vivem tentando "ajudar" outras pessoas, esquecendo, na maior parte do tempo, de viver a própria vida, entre outras atitudes de auto-anulação. O que vai caracterizar o doente é o grau de negligenciamento de sua própria vida em função do outro e de comportamentos insanos.
A codependência também pode ser fatal, causando morte por depressão, suicídio, assassinato, câncer e outros. Embora não haja nas certidões de óbito o termo codependência, muitas vezes ela é o agente desencadeante de doenças muito sérias. Mas pode-se reverter este quadro, adotando-se comportamentos mais saudáveis. Os profissionais apontam que o primeiro passo em direção à mudança é tomar consciência e aceitar o problema. 

Abstinência Narcótica
 
Independente de sexo ou idade, na gravidez ou não, sempre que se suspendem de forma abrupta os narcóticos, poderá eclodir numa pessoa viciada nestas drogas, uma sequência de sintomas que vão caracterizar a síndrome de abstinência narcótica.

As primeiras 4 horas de abstinência
 
- Ansiedade, comportamento de procura da droga

As primeiras 8 horas de abstinência
 
- Ansiedade, procura da droga, lacrimejamento, coriza intensa, bocejos frequentes, sudorese excessiva, adinamia, fraqueza geral

As primeiras 12 horas de abstinência
 
- Ansiedade, procura da droga, lacrimejamento, coriza intensa, bocejos frequentes, sudorese excessiva, adinamia, fraqueza geral, dilatação das pupilas, tremores musculares, ondas de frio, ondas de calor, ereção dos pelos cutâneos, dores ósseas, dores musculares

As primeiras 18-24 horas de abstinência
 
- Ansiedade, procura da droga, lacrimejamento, coriza intensa, bocejos frequentes, sudorese excessiva, adinamia, fraqueza geral, dilatação das pupilas, tremores musculares, ondas de frio, ondas de calor, ereção dos pelos cutâneos, dores ósseas, dores musculares, insônia, náusea, vômitos, muita inquietação, aumento da frequência respiratória, pulso rápido, aumento da profundidade da respiração, aumento da pressão arterial, hipertermia (febre), dor abdominal

As primeiras 24-36 horas de abstinência
 
- Ansiedade, procura da droga, lacrimejamento, coriza intensa, bocejos frequentes, sudorese excessiva, adinamia, fraqueza geral, dilatação das pupilas, tremores musculares, ondas de frio, ondas de calor, ereção dos pelos cutâneos, dores ósseas, dores musculares, insônia, náusea, vômitos, muita inquietação, aumento da frequência respiratória, pulso rápido, aumento da profundidade da respiração, aumento da pressão arterial, hipertermia (febre), dor abdominal, diarréia, ejaculação espontânea, perda de peso, orgasmo espontâneo, sinais de desidratação clínica, aumento dos leucócitos sanguíneos, aumento da glicose sanguínea, acidose sanguínea, distúrbio do metabolismo ácido-base

Síndrome de abstinência no recém-nascido
 
Costuma ocorrer após 48 horas do parto de uma gestante viciada em narcóticos com as características:
- Febre, tremor, irritabilidade, vômitos, hipertonicidade muscular, insuficiência respiratória, convulsão, choro agudíssimo, muitas vezes pode ocorrer a morte do recém-nascido
(Fonte: Salvar o Filho Drogado, Dr. Flávio Rotman, 2ª edição, Editora Record)

Gírias utilizadas por usuários de drogas
 
queimar um - fumar
mocosar - esconder
caretaço - livre de qualquer efeito da maconha
sussu - sossego
rolê - volta
pifão - bebedeira
rolar - preparar um cigarro
cabeça feita - fuma antes de ir a um lugar
chapado - sob o efeito da maconha
bad trip - viagem ruim, com sofrimentos
nóia - preocupação
marofa - fumaça da maconha
tapas - tragadas
palas - sinais característicos das drogas
larica - fome química
matar a lara - matar a fome química
maricas - cachimbos artesanais
pontas - parte final da maconha não fumada
cemitério de pontas - caixinha ou recipientes plásticos usados para guardar as pontas
pilador - socador para pressionar a maconha já enrolada dentro da seda
dichavar o fumo - soltar a maconha compactada em tijolos ou seus pedaços e separar as partes que lhe dão gosto ruim
sujeira - situação perigosa
dançou - usuário que foi flagrado fumando
mocós - esconderijos de droga
"pipou uma vez, está fisgado"
(Fonte: Anjos Caídos, Içami Tiba, 6ª edição, Editora Gente)

Como as Drogas Circulam no Corpo



As drogas circulam de maneira previsível pelo corpo e ganham maior velocidade e alcance a partir do momento em que entram na corrente sanguínea.
O sangue circula dos tecidos para o coração através das veias. Do coração, ele parte para os pulmões para adquirir oxigênio e liberar o dióxido de carbono. O sangue volta, então, para o coração através das artérias, carregando consigo a droga.

As drogas podem der administradas oralmente, aspiradas pelo nariz ou inaladas até os pulmões. Podem também ser injetadas através da pele, de uma camada de gordura, músculo ou dentro de uma veia (via intravenosa). A injeção intravenosa é a via que produz os efeitos mais rápidos.


(Fonte: Como agem as drogas, Gesina L. Longenecker,PH.D. Quark books. Ilustrações de Nelson W.Hee)

terça-feira, 29 de outubro de 2013

A crise de abstinência de nicotina

Por Dr. Drauzio Varella 

 Tinha até esquecido o quanto sofre o fumante para largar do cigarro. Parei há 23 anos e já não me lembrava das agruras pelas quais passei até ficar livre da dependência de nicotina que me escravizou durante 19 anos. Ao gravar uma série para a TV com seis personagens que pararam de fumar num mesmo dia, no entanto, revivi meu sofrimento e pude observar as dificuldades dos dependentes diante da crise de abstinência de nicotina.

O cigarro nada mais é do que um dispositivo para administrar droga. A nicotina inalada com a fumaça é rapidamente absorvida pelos alvéolos pulmonares, cai na circulação e chega ao cérebro num intervalo de seis a dez segundos. Inalada, chega mais depressa do que se tivesse sido injetada na veia, porque não perde tempo na circulação venosa. A velocidade com que a droga chega ao sistema nervoso central explica por que a primeira tragada traz alívio imediato ao fumante aflito.
No tecido cerebral, a nicotina se liga a receptores localizados nas membranas dos neurônios localizados em vários centros cerebrais. A integração desses circuitos é responsável pela sensação de prazer que os dependentes referem sentir ao fumar – e que os não-fumantes são incapazes de entender.
A droga é de excreção rápida. Sua meia-vida é curta: duas horas, em média. Isto é, metade da dose fumada é eliminada da circulação em duas horas. Por razões genéticas, essa velocidade de excreção varia de um fumante para outro; os que eliminam a droga mais depressa tendem a fumar mais. Grande parte dos que fumam dois ou três maços por dia é constituída por metabolizadores rápidos de nicotina.
A presença de outras drogas na circulação pode alterar a velocidade de excreção. É o caso do álcool, substância na qual a nicotina se dissolve com muita facilidade. Como o álcool é diurético, ao beber, o fumante excreta rapidamente na urina a nicotina nele dissolvida. A queda da concentração da droga no sangue desencadeia o desejo irresistível de fumar.
Viciados em nicotina, os neurônios do centro que integra as sensações de prazer, ao sentirem seus receptores vazios dela, estimulam outros circuitos de neurônios, que convergem para o chamado centro da busca. Esse centro é responsável por induzir alterações comportamentais com a intenção de nos obrigar a repetir ações que anteriormente nos trouxeram prazer: sexo, comida, temperatura agradável para o corpo, etc.
Uma vez que os centros do prazer ativam o centro da busca, este não pode ser mais desativado. O centro da busca permanecerá ativado mesmo que o prazer responsável por sua ativação deixe de existir. Por isso o fumante se surpreende ao acender um cigarro no toco do outro, o usuário de cocaína continua cheirando apesar do delírio persecutório que experimenta toda vez que usa a droga, e o jogador compulsivo é capaz de perder a casa da família em cima do pano verde.
Informados da falta de nicotina, os neurônios do centro da busca lançam mão de sua mais poderosa arma de persuasão comportamental: a ansiedade crescente. Tomado pela vontade de fumar, o fumante perde a tranqüilidade, fica agitado, nervoso e não consegue se concentrar em mais nada. Para ele, não existe felicidade possível sem o cigarro.
Como a nicotina é droga de excreção rápida, essas crises de ansiedade se repetem muitas vezes por dia. Para evitá-las, o fumante vive com o maço ao alcance da mão para acender um cigarro assim que surgirem os primeiros sinais, porque sabe que a intensidade dos sintomas da crise é crescente, insuportável. O cérebro aprende, então, que ansiedade e nicotina estão indissoluvelmente ligadas. Daí em diante, todo acontecimento que provocar ansiedade será interpretado por ele como resultante da ausência de nicotina. Por isso os fumantes levam imediatamente um cigarro à boca ao menor sinal de ansiedade ou diante da emoção mais rotineira. Por isso dizem que o cigarro os acalma.
O curto-circuito de prazer que a nicotina arma entre os neurônios provoca uma dependência química de forte intensidade, enfermidade cerebral crônica e recidivante. Para tratá-la, é preciso ensinar o cérebro novamente a funcionar como fazia antes de entrar em contato com a droga. Tal empreitada significa enfrentar a abstinência de nicotina, que se manifesta em crises repetitivas, muito mais intensas, desagradáveis e difíceis de suportar do que aquelas provocadas por drogas como cocaína, crack, maconha, ou álcool.
Os primeiros dois dias sem fumar são os piores. As crises se sucedem uma atrás da outra até atingirem freqüência e duração máximas em 48 horas. Nesse período, as manifestações incluem irritação, ansiedade, tremores, sudorese fria nas mãos, fome compulsiva, modificação do hábito intestinal, alterações da arquitetura do sono (insônia ou hipersônia), dificuldade extrema de concentração e alternância de episódios de apatia com outros de agressividade comportamental.
A partir do terceiro dia, a frequência das crises e a intensidade dos sintomas começam a diminuir gradativamente, dia após dia. À medida que as semanas se sucedem, o desejo de fumar continua a manifestar-se, mas vai embora cada vez mais depressa.
Em média, seis meses depois de parar de fumar, a maioria dos ex-fumantes já consegue passar um ou outro dia sem se lembrar da existência do cigarro. Os neurônios começam a ficar livres da dependência que os sucessivos impactos diários de nicotina causaram em seus circuitos. É a liberdade do cérebro, que, para ser mantida, exige o preço da eterna vigilância, porque a doença é traiçoeira, crônica e recidivante.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O que as drogas fazem com as pessoas

Estes são exemplos recentes do mal que as drogas fazem às pessoas. 
 O CORPO CHEIO DE FERIDAS E SEUS DENTES ESTÃO APODRECENDO
lutando contra um vício em metanfetamina, Jael Strauss, uma conhecida top model americana, passou seis anos lutando contra o vício das drogas que tem gravemente devastado a sua aparência, deixando-a desesperada e sem-teto vivendo como mendiga nas ruas.
Um hábito que a abalou mentalmente e fisicamente, incluindo os dentes podres e deixando seu corpo coberto de feridas.
Fonte: Dailymail.


OUTRO CASO MAIS PRÓXIMO DE NOSSA REALIDADE

Anos após o sucesso, um dos músicos do grupo Raça Negra, o percusionista Edson Bernardo de Lima, conhecido como Edson Café, agora vive nas ruas. Segundo ele, o sentimento de desgosto o levou a fazer uso de drogas.
Café, pai de oito filhos, anda com o auxílio de uma bengala.
Atualmente, o músico passa dos dias entre duas praças na Zona Leste de São Paulo


sábado, 7 de julho de 2012

O seu cigarro de cada dia

 

     Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo pode ser considerado uma pandemia, ou uma epidemia generalizada que precisa ser combatida. O tabaco pode ser usado de diversas maneiras de acordo com sua forma de apresentação: tragado (cigarro, charuto, cigarro de palha); aspirado (rapé); mascado (fumo-de-rolo), porém todas as formas são maléficas à saúde.
     O uso do tabaco é um hábito difícil de ser abandonado, sendo o cigarro um dos tipos de tabaco mais utilizados no mundo, o mais procurado e perigoso. Ele é composto por muitos materiais orgânicos e inorgânicos como a folha do tabaco, açucares, nicotina, alcatrão, água, elementos radiativos e metais. O cigarro aceso atinge uma temperatura de mais de mil graus durante uma tragada. A fumaça contém mais de 4.500 elementos, sendo que 50 deles têm potencialidades cancerígenas.
Damaris

Questionário de Tolerância ao cigarro



Tolerância de Fagerström (QTF)
Pesquisas indicam que 80% dos fumantes desejam parar de fumar, mas apenas 3% conseguem sozinhos. Você pode ser parte desta estatística. Você também pode conseguir!
Vamos fazer um teste para conhecer melhor seu padrão de fumar? 

1- Quanto tempo após acordar você fuma o primeiro cigarro?
( ) Dentro de 5 minutos = 3
( ) Entre 6-30 minutos = 2
( ) Entre 31-60 minutos = 1
( ) Após 60 minutos = 0 

2 - Você acha difícil não fumar em lugares proibidos?

( ) Sim = 1
( ) Não = 0 

3 - Qual o cigarro do dia traz mais satisfação?

( ) O primeiro da manhã = 1
( ) Outros = 0 

4 - Quantos cigarros você fuma por dia?

( ) Menos de 10 = 0
( ) De 11 a 20 = 1
( ) De 21 a 30 = 2
( ) Mais de 31 = 3 

5 - Você fuma mais frequentemente pela manhã?

( ) Sim = 1
( ) Não = 0 

6 - Você fuma mesmo doente, quando precisa ficar na cama a maior parte do tempo?

( ) Sim = 1
( ) Não = 0 

Confira o seu grau de dependência do cigarro:

0 - 2 pontos =
                        muito baixo
3 - 4 pontos =                          baixo
5 -  pontos =                            médio
6 - 7 pontos =                          elevado
8 - 10 pontos =                        muito elevado

Agora avalie seu resultado:
- Se você atingiu até 4 pontos, poderá ser mais fácil conseguir parar de fumar.
- Se conseguiu 5 pontos, procure se informar mais sobre os problemas relacionados ao tabagismo.
- Se somou entre 6-10 pontos, procure a ajuda de um médico de confiança para ajudá-lo a parar de fumar.
Qualquer que for o resultado, é possível você conseguir parar de fumar

segunda-feira, 2 de julho de 2012

ÁLCOOL – VERDADES E MENTIRAS


 Álcool é cercado de mito. 
Veja aqui o que está comprovado e o que é falsa impressão.

Beber melhora o desempenho sexual.
Mentira.
A bebida aumenta o desejo, mas estraga o desempenho dos homens. É fato que o álcool diminui inibições, inclusive as sexuais. Mas também faz cair a produção do hormônio masculino, a testosterona.

Tomar café ou banho gelado ajuda a ficar sóbrio.
Mentira.
É o fígado que metaboliza (transforma em outras substâncias) o álcool na corrente sangüínea. Nem café nem água gelada apressam o funcionamento dele.

Comer antes de beber, ou durante, diminui o efeito do álcool.
Verdade.
Isso acontece porque a própria comida, quando encontra o álcool no estômago, absorve parte da substância. Evita que ele passe ao intestino delgado e, dali, chegue ao cérebro pela corrente sangüínea.

Misturar bebidas deixa o sujeito mais bêbado.
Mentira.
O que deixa o indivíduo mais embriagado é a quantidade de álcool que ingeriu, não o tipo de bebida. Tomar bebidas de sabores diferentes, uma em seguida à outra, pode deixar o beberrão apenas mais enjoado porque os diferentes sabores geralmente não combinam. O cérebro não tem como saber se o álcool que chega a ele é de um licor ou de um uísque.

Mulher grávida não pode beber.
Verdade.
O álcool causa vários danos ao feto: retardamento mental, anormalidades orgânicas e problemas de aprendizado no futuro. Não se sabe exatamente a partir de qual quantidade de álcool esses efeitos nocivos aparecem. Por isso, o melhor é não arriscar.
Fontes: Universidade da Carolina do Norte (EUA) e Instituto Nacional de Alcoolismo e Instituto Nacional de Alcoolismo e Abuso de Álcool dos EUA
Jorleyda

Teste de alerta sobre o consumo de álcool



Este questionário de 10 questões foi desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e não demora mais que dois minutos para responder.
Leia as questões abaixo e assinale a alternativa mais apropriada ao seu padrão de consumo.
 
1. Qual a frequência do seu consumo de bebidas alcoólicas?
Nenhuma
Uma ou menos de uma vez por mês
2 a 4 vezes por mês
2 a 3 vezes por semana
4 ou mais vezes por semana 

2. Quantas doses contendo álcool você consome num dia típico quando está bebendo?
Nenhuma
1 a 2
3 a 4
5 a 6
7 a 9
10 ou mais

3. Qual a frequência que você consome 6 ou mais doses de bebidas alcoólicas em uma ocasião?
Nunca
Menos que mensalmente
Mensalmente
Semanalmente
Diariamente ou quase que diariamente

4. Com que freqüência durante os últimos 12 meses você percebeu que não conseguia parar de beber uma vez que havia começado?
Nunca
Menos que mensalmente
Mensalmente
Semanalmente
Diariamente ou quase que diariamente

5. Quantas vezes durante o ano passado você deixou de fazer o que era esperado devido ao uso de bebidas alcoólicas?
Nunca
Menos que mensalmente
Mensalmente
Semanalmente
Diariamente ou quase que diariamente

6. Quantas vezes durante os últimos doze meses você precisou de uma primeira dose pela manhã para sentir-se melhor depois de uma bebedeira?
Nunca
Menos que mensalmente
Mensalmente
Semanalmente
Diariamente ou quase que diariamente

7. Quantas vezes durante o ano passado você se sentiu culpado ou com remorso depois de beber?
Nunca
Menos que mensalmente
Mensalmente
Semanalmente
Diariamente ou quase que diariamente

8. Quantas vezes durante o ano passado você não conseguiu lembrar o que aconteceu na noite anterior por que você estava bebendo?
Nunca
Menos que mensalmente
Mensalmente
Semanalmente
Diariamente ou quase que diariamente

9. Você foi criticado pelo resultado das suas bebedeiras?
Nunca
Menos que mensalmente
Mensalmente
Semanalmente
Diariamente ou quase que diariamente

10. Algum parente, amigo, médico ou qualquer outro trabalhador da área da saúde referiu-se às suas bebedeiras ou sugeriu a você parar de beber?
Nunca
Menos que mensalmente
Mensalmente
Semanalmente
Diariamente ou quase que diariamente

Resultado: 0 Se você somou oito (8) ou mais pontos, há possibilidade de que esteja consumindo bebida alcoólica de forma perigosa e isso pode fazer muito mal à sua saúde. 
Procure ajuda urgente! http://www.alcoolicosanonimos.org.br/
Jorleyda